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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

2014

Algumas coisas eu não consigo entender. Acho que é porque sou jovem e inexperiente. O atual governo (12 anos do mesmo) fala tanto de mudanças realizadas, mas segue com a mesma moeda, mesmo plano econômico e alguns acordos do anterior. O governo anterior mudou partes da Constituição para se reeleger, e o partido de oposição na época (que é o mesmo que pensa que passou Super Bonder no rabo e não quer levantar do troninho lá no Palácio do Planalto) foi contra ao ponto de dar chiliques no Horário Eleitoral Gratuito (que nós que pagamos e as emissoras odeiam) Diplomaticamente OBRIGATÓRIO, mas logo após se valeu das mesmas mudanças constitucionais para mamar mais uns aninhos aí nos nossos bolsos (bolsos de seus militantes também, diga-se de passagem)!
E há ainda as mudanças nas classes da população. A nossa querida presidanta... (OPS! Presidenteanta... Ah! Deixa isso pra lá! Quando o povo a vaia não se liga nisso mesmo!) se vangloria de que na época do Viajando Henrique Cardoso o plano que iniciou esta avalanche de bolsas cobria 5.000.000 de pessoas, mas hoje é de 56.000.000. Um quarto da população deste país. Isso é realmente erradicar a miséria de uma população? Fornecer esta mixaria, obrigando a população a ir cada vez mais para as periferias das periferias, com seus carnês infindáveis das Lojas Cem, Bahia, etc. é dar dignidade, cidadania e os inserir na Classe Média (que o partido da situação se vangloria de ter ampliado, mas a odeia... Oxe!)?
Isso me faz lembrar um ocorrido no domingo da eleição do primeiro turno em Itajubá, em um mercadinho de um bairro: A dona do mercadinho perguntou à uma cliente em quem ela votou, a reposta foi a célebre e aplaudida:
- Votei da Dirma, purquê cum ela eu num picisu tabaiá, eu ganho a bôça famíia, minha fia!
Outra dúvida é quanto ao nosso (que não é nosso) porto na super potência (Ô maldade!) Cuba! Eu vi uns vídeos de engravatados de pele de pêssego falando que aquele é um porto estratégico para o futuro das exportações do Brasil, que nosso (meu não) governo está de olho no promissor mercado de países como Nicarágua, Taiti, e que o canal do Panamá vai ser ampliado (peraí um minuto que eu estou rindo demais aqui...). Mas, como vamos exportar? Se os portos daqui estão sucateados, ultrapassados, etc... palavras dos próprios portuários (por sinal, a titia DaVaia visitou algum porto aqui durante a campanha eleitoral?). E as estradas, ferrovias, etc? Tudo joinha, hein! Não estou falando das que são administradas por concessionárias portuguesas e espanholas e suas praças de pedágios, não galera. Falo das estaduais e federais! Costumo dizer que de Cuba vamos importar mesmo é charutos, pois estamos (nós povo, militantes ou não) acostumados a levar fumo mesmo!
Há ainda a síndrome dos mal amados e complexados com baixíssima alto estima, que vivem dizendo que imprensa os persegue, não falam as verdades e que determinadas matérias são militância e não jornalismo (aff!). Mas, outro dia comentei isso com um pombo, quero dizer um camarada aqui, que está mais pra papagaio de tanto que repete as mesmas coisas e palavras, e perguntei sobre os processos do atual governo contra os meios de comunicação que os persegue e humilha. Não sei se o rapaz não soube responder ou se não há nenhum processo contra os meios de comunicação e pessoas como o Marcos Villa, por exemplo, que o meu conhecido até apagou a postagem inteira. Achei tão ruim! Eu fiz um questionamento tão legal!

Voce realmente acredita que exista divisões entre Direta e Esquerda na classe politiqueira e marqueteira no Brasil? Pare para pensar (eu falei pensar, por voce mesmo, sem interferências de suas tendências eleitorais e partidárias, sem as influências de bolsas e obras assistenciais), analise de forma crítica e séria os nomes, as nuances de partidos e siglas que estas pessoas permeiam os salões e corredores, os gabinetes e as papeladas que envolvem a vida pública neste país. Porque será que este ano a candidata dita de Esquerda se aliou ao de suposta Direita? Porque o continuísmo interessa às partes que fingem ser antagônicas, mas dividem cargos e ganhos?
Bem, sei que logo surgirão os "sabe nada, inocente!", mas se forem escrever algum comentário sobre o que acabo de escrever, ao menos escrevam correto, porque com a educação em que estamos inseridos estou tendo que lamentar demais coisas como 'çabe nada inosenti, seu cochinha reasionaro!"
Ah! Eu não sou partidário de ninguém viu! Sou anarquista!

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