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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Entrevista - Gullveig Tarter

Abrindo mais uma seção no Blog, estou lançando agora umas entrevistas com bandas dos mais variados estilos.
A primeira a ser entrevistada foi a banda de Itajubá, Gullveig Tarter. respondida pela vocalista Tatiane Gonçalves.


1º) Nota-se que Itajubá não tem uma grande cultura de bandas na região do Sul de Minas Gerais. Voce acha que isso prejudica em algo os trabalhos com a Gullveig Tartter?
- Não, na verdade isso nos impulsiona a desenvolver nosso trabalho. É algo que gostamos de fazer e independente das dificuldades com relação ao lugar, que de fato possui uma diversidade de estilos, nós não desanimamos e não deixamos que isso afete nos projetos da banda, pois a intenção é realmente ir pra frente e mostrar nosso trabalho e o que gostamos de fazer.

2º) Como chegaram ao estilo em que a banda assume? Pode citar algumas bandas que os influenciaram e influenciam na composição da banda, seja musical, lirica e no visual da Gullveig Tarter?
- A banda tem uma formação bem diversificada com relação aos estilos, pois cada integrante se difere nos estilos e assim colocam um pouco do que gosta. Apesar das influências cada um faz o possível para ser autêntico na hora de compor. Temos como influência as bandas: After Forever, Tristania, Dream Theater, Turisas e Symphony X.

3º) Fale um pouco sobre o nome da banda, por favor. Quem ou o que é, ou foi, Gullveig Tarter.E o porque desse nome para a banda?
- Gullveig Tarter é uma Deusa nórdica, um exemplo de Deusa Tríplice que vivia entres os Deuses, gigantes e os homens, muito conhecida pelo nome de Heid (a que brilha). Era filha de Hrimnir, um gigante. É claramente uma Deusa poderosa, que sofreu em virtudes de seus poderes xamânicos e mágicos, é uma bruxa de visao profética, muito poderosa em feitiçaria. A guerra de todos os tempos foi provocada por sua causa, que teve rivalidade entre as hierarquias dos Deuses dos Ases e Vanes. Gullveig Tarter foi queimada tres vezes e tres vezes renasceu. Ela conheceu o fim do mundo com todos os seus horrores.
Esse nome foi escolhido por mim, pois sempre gostei da história Deusa Gullveig, entao decidi colocar como nome da banda.

4º) Como é a maneira de compor de voces?
- Compomos de acordo com nossos estudos sobre cultura pagã e outras ideias e pensamentos que temos em comum relacionadas ao paganismo. Já a parte instrumental, primeiro o guitarrista Will chega com umas bases, que são trabalhadas em conjunto com os arranjos de Paulo Vieira e do baixista. Os encaixes de bateria são após termos uma ideia do que será cada som, mas é natural as mudanças de acordo com as necessidades das nuances de cada canção. A parte de vocal é por último, mas também chega a interferir nos frasedos do instrumental.
Em nosso estilo o processo é demorado e fazemos cada música de maneira lenta, e só a encerramos quando realmente as ideias para ela estão postas ali.

5º) Há um video de voces no You Tube, com bom número de visitas. Voces pretendem lançar mais videos de outras músicas?
- Pretendemos sim! Começaremos a gravar mais uma musica esse mês (agosto/2011) e em breve essa música estará no youtube.


6º) A formação na gravação de The Arrival of the Goddess foi uma que não é a atual. Como voce encara essa parte da banda?
- Na gravação de The Arrival of the Goddess, apenas Paulo Vieira e eu eramos integrantes da banda. Com a entrada dos outros integrantes ficou bem mais fácil compor as músicas, pois ambos temos ideias e pensamentos que combinam com a temática da banda.

7º) Voce tem a Gullveig Tarter como uma banda ou apenas um projeto esporádico para gravações e eventuais apresentações ao vivo?
- Tenho como uma banda, pois temos planos futuros. Constantemente estamos compondo músicas para gravações futuras. Estamos empolgados com a banda, e isso faz com que nossos planos e objetivos se mantenham de pé.


8º) Voce, Tatiane Gonçalves, é cantora lírica em um grupo de Coral chamado Madrigal, certo? Como voce incorpora elementos desse seu trabalho no Coral nas músicas de sua banda?
- Uso algumas técnicas vocais que podem ser usadas tanto no vocal da banda, quanto no canto coral , mas na verdade, são coisas bem distintas. O canto coral, geralmente, são musicas sacras ou óperas, que usam tecnicas bem mais rígidas e arranjos bem diferentes aos que usamos na banda.

9º) Sei que voces não utilizam o termo Gothic Metal para definir o estilo da banda. Como voce poderia nos orientar quanto a isso? Para que possamos nos situar e termos uma ideia de onde circula o som e proposta da Gullveig Tarter.
- Bom, na realidade nós não nos rotulamos ainda, até porque cada um na banda tem um estilo diferente e não nos preocupamos tanto com isso. A nossa intensão é de realmente fazer música e expor nossas idéias, independente do estilo que indentificarem quando ouvirem nosso som.


10º) Foi um enorme prazer ter voces como os primeiros entrevistados para essa nova seção do meu Blog. E por favor, finalize, as últimas palavras são suas... Grande abarço, e sucesso!
- Nós que ficamos agradecidos por respondermos à essa entrevista, que por coincidencia, também é a nossa primeira. Agradecemos à voce, Charlie, pela força que vem nos dando. Desejamos sorte no Blog, que está bem legal. E para as pessoas que estiverem interessadas em nos contactar, os links relacionados à Gullveig Tarter estão no final dessa.

Facebook

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Myspace

http://www.myspace.com/gullveigtarterofficial


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Um comentário:

Charlie Curcio disse...

Materia com a Gullveig Tarter na revista Metal Voices:

http://metalvoicesmagazine.blogspot.com/2011/08/4-edicao-capa-juliana-rossi-e-banda.html